Camaquã fica em luto pela morte da menina Lívia Collovini, de 7 anos

A comunidade de Camaquã recebeu com profunda tristeza a notícia da morte de Lívia Silva Collovini, de 7 anos, moradora do bairro Santa Marta.

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A comunidade de Camaquã recebeu com profunda tristeza a notícia da morte de Lívia Silva Collovini, de 7 anos, moradora do bairro Santa Marta. A criança faleceu após enfrentar um longo período de complicações de saúde, que se agravaram nas últimas semanas. A despedida ocorre na Capela “A” do Memorial Concórdia, com sepultamento no Cemitério Bom Pastor.

Lívia era filha de Leandro de Assis Collovini e Jéssica Duarte da Silva. Também deixam familiares próximos os avós, irmãos, padrinhos, tios, primos e amigos, que prestam as últimas homenagens.

De acordo com relatos dos familiares, os primeiros sintomas surgiram no início de outubro. Lívia apresentou febre, mal-estar e episódios de vômito. Com o passar dos dias, as dores ficaram mais intensas, e o abatimento se tornou perceptível.

A família afirma que, mesmo retornando diversas vezes às unidades de saúde, a menina recebeu repetidamente o diagnóstico de virose, sem realização de exames mais aprofundados naquele primeiro momento. Conforme o relato, o quadro seguiu piorando.

Somente após um novo episódio de agravamento, um exame de raio-X revelou pneumonia e líquido no pulmão, segundo a mãe. Diante da gravidade, a equipe médica providenciou a transferência de Lívia para um hospital em Porto Alegre, onde ela recebeu o diagnóstico de pneumonia aguda com derrame pleural.

A menina foi internada na UTI ainda em outubro e permaneceu em tratamento intensivo. Durante o processo, sofreu uma parada cardíaca e, posteriormente, apresentou paralisia de um lado do corpo. Mesmo com a intervenção médica na capital, o quadro se manteve grave.

Família aponta negligência

Os pais e demais familiares tornaram pública a insatisfação com o atendimento recebido nas primeiras consultas. Eles alegam que houve negligência médica e que exames fundamentais demoraram a ser solicitados.

As críticas geraram forte comoção nas redes sociais, mobilizando amigos e moradores de Camaquã. Até o momento, não há manifestação oficial das instituições de saúde envolvidas. Caso a família formalize denúncia, o episódio poderá ser investigado pelas autoridades de saúde e pelos órgãos competentes.

A Secretaria Municipal da Educação e Desporto emitiu manifestação oficial, destacando que a criança era “uma aluna muito especial”. Sua partida deixa “um vazio imensurável” na EMEF Sepé Tiaraju, onde Lívia estudava, e na comunidade escolar.

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