Golpe do falso anúncio de aluguel de casa na praia faz vítimas em Arambaré

Arambaré já registra diversos golpes envolvendo falsos anúncios de casas para aluguel, especialmente nesta última semana; veja os relatos

Golpe do falso anúncio de aluguel de casa na praia faz vítimas em Arambaré

A temporada de verão mal começou e Arambaré já registra diversos golpes envolvendo falsos anúncios de casas para aluguel, especialmente nesta última semana, período em que cresce a procura por hospedagem devido à virada do ano.

Relatos nas redes sociais apontam que dois perfis falsos estariam aplicando o golpe do aluguel inexistente.

Tratam-se de perfis “fakes” em nome de Kelen Brussmann” e Stefany Machado.

A reportagem do Sul360 conversou com uma das vítimas, moradora de Santa Cruz do Sul, que perdeu dinheiro após acreditar no anúncio. Ela preferiu não se identificar, mas resumiu o sentimento em poucas palavras:

“A gente só percebe que é golpe quando já pagou. É desesperador chegar na cidade e descobrir que a casa nem existe. Ficamos sem ter para onde ir!”

Outro relato veio de um morador de Camaquã, que quase caiu no golpe, mas conseguiu evitar o prejuízo ao desconfiar da pressa do suposto locador:

“O golpista insistia para eu pagar logo, dizendo que tinha muita procura. Falei com o administrador de um grupo local e descobri que o perfil era falso. Isso me salvou.”


O golpe do falso aluguel

A prática não é nova, mas se intensificou nos últimos anos, principalmente em períodos de alta procura.

O método é simples: o estelionatário cria um anúncio atrativo, oferece uma casa bem localizada, com boa estrutura e valor muito abaixo do mercado.

Os interessados, sem conhecer o imóvel e seduzidos pela oportunidade, fazem um pagamento adiantado para garantir a reserva.

Ao chegarem ao local, descobrem que o contato sumiu, a casa não existe ou não está disponível. O que deveria ser descanso, vira dor de cabeça.

A Polícia Civil alerta que propostas tentadoras demais costumam ser sinais claros de golpe.


Como evitar cair no golpe?

Para reduzir o risco, algumas orientações são essenciais:

  • Visite o imóvel antes, sempre que possível, ou peça que alguém da cidade confira o local.
  • Consulte administradores de grupos locais, que geralmente conhecem moradores, proprietários e imobiliárias.
  • Desconfie de pressa ou pedidos de adiantamento imediatos.
  • Prefira imobiliárias ou pessoas recomendadas — de preferência, quem já usou o imóvel.

Mesmo com todos os cuidados, se a pessoa ainda assim for vítima, deve registrar imediatamente um Boletim de Ocorrência.

O registro pode ser feito presencialmente ou online, pela Delegacia Virtual da Polícia Civil.


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