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Camaquã se despede do advogado e pesquisador João Máximo Lopes, aos 97 anos

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Faleceu em Camaquã, aos 97 anos, o advogado e pesquisador João Máximo Lopes. O velório aconteceu na Funerária Camaquense e o sepultamento ocorreu neste sábado (9), às 10h, em cerimônia de cremação.

Natural de Bagé e radicado em Camaquã desde 1957, João Máximo Lopes foi uma das principais referências na preservação da cultura e da memória histórica da região.

Ele esteve entre os idealizadores do Núcleo de Pesquisas Históricas de Camaquã (NPHC), entidade da qual também foi presidente ao longo de sua trajetória.

Ao longo de décadas, dedicou-se ao estudo da história da Costa Doce e da Revolução Farroupilha.

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Entre os trabalhos mais conhecidos está o livro “Roteiro Farroupilha em Camaquã”, lançado pelo NPHC em 2018.

A obra, resultado de 17 anos de pesquisa, reúne fatos históricos relacionados aos municípios de Camaquã, Cristal e Arambaré. O material também destaca pontos turísticos e culturais da região.

Segundo o secretário do Núcleo de Pesquisas Históricas de Camaquã, Giuller Dias, o livro se tornou uma importante contribuição para a valorização da história local e regional.

Na advocacia, João Máximo Lopes também construiu uma trajetória marcante. Em 1973, iniciou as atividades do escritório que ultrapassou cinco décadas de atuação em Camaquã.

A cerimônia de despedida ocorreu na Capela Serenidade, da Funerária Camaquense. O sepultamento aconteceu às 10h deste sábado (9), em cerimônia de cremação.

Autor

  • Elias Bielaski

    Jornalista, web designer, consultor de SEO, analista de marketing.

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