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O carregamento de veículos elétricos em condomínios deve ganhar novas exigências técnicas no Rio Grande do Sul. Um dos alvos são os prédios residenciais e condomínios.
A proposta está em consulta pública pelo Corpo de Bombeiros Militar do RS.
A minuta da RTCBMRS nº 25, Parte 1, trata da segurança em pontos de recarga de veículos e equipamentos eletrificados.
A medida impacta condomínios residenciais, garagens comerciais, estacionamentos privados e edificações com infraestrutura de recarga.
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Conforme o CBMRS, a proposta não busca proibir veículos elétricos.
Também não tem objetivo de impedir instalações de recarga ou inviabilizar edificações.
A intenção é criar regras de segurança para acompanhar o crescimento da tecnologia no Estado.
Segundo os Bombeiros, a norma pretende proteger vidas, patrimônios e operações de resposta em caso de emergência.
Entre os objetivos estão instalações elétricas mais seguras e redução do risco de propagação de incêndios.
A minuta também prevê medidas para extração de fumaça e gases tóxicos.
Além disso, busca facilitar o acesso das equipes de bombeiros durante atendimentos emergenciais.
Norma cita bicicletas e patinetes elétricos
A proposta não trata apenas de carros elétricos.
O texto também contempla bicicletas elétricas, patinetes elétricos e outros equipamentos eletrificados carregados em edificações.
Com isso, a discussão chega a garagens prediais, áreas comuns e estacionamentos com sistemas de alimentação elétrica.
O ponto central é o novo cenário de risco gerado por sistemas de recarga e baterias.
Equipamentos com baterias de íons de lítio podem exigir cuidados específicos em caso de falha, aquecimento ou incêndio.
Por isso, os Bombeiros defendem critérios técnicos para instalação, operação e manutenção desses locais.
O que muda para síndicos e moradores?
Para condomínios, a futura norma pode afetar projetos de vagas com carregadores elétricos.
Também pode exigir maior atenção de síndicos, administradoras e responsáveis técnicos.
Na prática, os prédios podem precisar avaliar instalações elétricas, ventilação, sinalização e acesso para emergência.
Esses pontos dependem do texto final da resolução.
Por isso, a fase de consulta pública é importante para o setor condominial.
Síndicos, engenheiros, arquitetos, empresas e moradores podem enviar sugestões ao CBMRS.

Consulta pública está aberta no RS
O CBMRS afirma que a participação social é fundamental para construir uma norma equilibrada.
A ideia é alinhar critérios técnicos com a realidade dos condomínios, estacionamentos e do mercado gaúcho.
A minuta da RTCBMRS nº 25, Parte 1, e o formulário para contribuições estão disponíveis nos canais digitais do Corpo de Bombeiros Militar do RS.
As manifestações podem ser feitas por responsáveis técnicos, síndicos, administradoras, representantes do setor produtivo e cidadãos interessados.
A consulta pública ocorre em meio ao crescimento da frota eletrificada no país.
Com mais veículos elétricos e híbridos nas ruas, aumenta também a demanda por pontos de recarga seguros em prédios residenciais.







