Camaquã e região acompanham saldo positivo do Rio Grande do Sul na geração de empregos
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Dados divulgados nesta terça-feira (3) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostram que o Brasil abriu 112.334 novos postos de trabalho com carteira assinada em janeiro. O resultado é a diferença entre 2.208.030 admissões e 2.095.696 desligamentos no período.
No Rio Grande do Sul, o saldo também foi positivo. O Estado registrou 141.032 admissões e 122.611 desligamentos, fechando o mês com 18.421 novos empregos formais, sendo o terceiro melhor desempenho do país, atrás apenas de Santa Catarina e Mato Grosso.
Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o destaque nacional foi a indústria, responsável pela criação de 54.991 vagas no mês.
Desempenho na Costa Doce
Na região da Costa Doce, os números mostram um cenário diversificado, com municípios apresentando saldo positivo e outros registrando retração.
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Municípios com saldo positivo
- Camaquã: 411 admissões e 394 desligamentos — saldo de +17 vagas
- Cristal: 30 admissões e 26 desligamentos — +4 vagas
- Chuvisca: 9 admissões e 6 desligamentos — +3 vagas
- Dom Feliciano: 20 admissões e 19 desligamentos — +1 vaga
- Sentinela do Sul: 16 admissões e 10 desligamentos — +6 vagas
Municípios com saldo negativo
- Arambaré: 13 admissões e 20 desligamentos — -7 vagas
- Tapes: 82 admissões e 90 desligamentos — -8 vagas
Estabilidade
- Amaral Ferrador: 5 admissões e 5 desligamentos — saldo zerado
Setores impulsionam resultado
No cenário nacional, quatro dos cinco grandes setores econômicos registraram crescimento no número de vagas formais em janeiro. A indústria liderou a geração de empregos, seguida pela construção civil e pelo setor de serviços. O comércio apresentou retração, influenciado pela sazonalidade pós-período natalino.
Cenário regional
Apesar de oscilações pontuais entre os municípios da Costa Doce, a maior parte das cidades analisadas apresentou saldo positivo, acompanhando a tendência estadual de crescimento no emprego formal no início do ano.
Os dados do Caged consideram ajustes posteriores enviados pelas empresas, o que garante maior precisão na consolidação das informações.

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