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O ex-candidato a prefeito de Camaquã, Marcos Maranata, anunciou oficialmente sua saída do Progressistas (PP) e a nova filiação ao PSDB. O movimento político foi comunicado por meio de nota pública, na qual Marcos destacou motivos partidários e familiares para a decisão.
Maranata disputou a eleição municipal de 2024 pelo PP, quando somou 12.953 votos, ficando em segundo lugar na disputa vencida pelo atual prefeito Abner Dillmann, também filiado ao PSDB. À época, os partidos estavam em campos opostos no cenário local.
Na nota, Maranata relembra sua trajetória no Progressistas, partido pelo qual iniciou sua vida política ainda na juventude e ao qual retornou recentemente para concorrer ao Executivo municipal. Ele agradeceu o apoio recebido durante o período, especialmente dos eleitores que confiaram em sua candidatura.
Cenário estadual motivou a mudança
A saída ocorre em um contexto de reconfiguração política. Maranata declarou apoio à pré-candidatura de seu irmão, Marcelo Maranata, ao governo do Estado pelo partido. Segundo ele, a decisão de mudança partidária reflete esse alinhamento político e pessoal, além de estar de acordo com o cenário estadual atual, já que a decisão do PP de compor aliança com o PL no Rio Grande do Sul para a disputa do governo inviabilizaria sua permanência na sigla apoiando outro projeto político.
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O cenário municipal, por outro lado, é diferente. Atualmente, o Progressistas após anos como oposição, integra a base do governo municipal do PSDB, o que não significará uma mudança tão grande para o político. Ainda assim, a decisão de Maranata é considerada um movimento relevante no cenário político local, sobretudo pelo seu desempenho eleitoral recente.
Mesmo deixando o PP, Maranata ressaltou que mantém respeito pelas lideranças e filiados da sigla em Camaquã, citando nominalmente dirigentes locais e destacando que a saída ocorre de forma cordial.
Com a nova filiação, o movimento reforça a reorganização das forças políticas no município e projeta novos desdobramentos tanto no cenário local quanto nas articulações para as eleições estaduais.







