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Cerca de 60 alunos da Uniasselvi Polo Camaquã realizaram um protesto pacífico no início da noite desta quinta-feira, 25 de junho. A mobilização ocorreu em frente à unidade da instituição, em Camaquã.
Os estudantes reivindicam a manutenção do sistema semipresencial.
Segundo o grupo, muitos ingressaram nos cursos com essa modalidade prevista em contrato.
Além da mudança no formato das aulas, os acadêmicos também relataram insatisfação com os constantes reajustes nas mensalidades.
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Os manifestantes afirmam que a alteração prejudica estudantes de diferentes cursos, especialmente aqueles que já estão na fase final da graduação.
O grupo defende o direito de concluir a formação no mesmo modelo oferecido no momento da matrícula.
Durante o protesto, a gerente do polo, Andressa, colocou-se à disposição para receber uma comissão.
A proposta era ouvir dois representantes de cada curso e explicar as mudanças anunciadas pela instituição.
No entanto, os alunos solicitaram que todos os presentes pudessem participar da reunião.
Direção cita determinação do MEC
O diretor-proprietário do polo, Carlos Lucindo, afirmou que as alterações atendem a determinações do Ministério da Educação (MEC).
Já os acadêmicos cobram mais diálogo da instituição.
Eles defendem que uma solução seja construída em conjunto, levando em conta os contratos firmados e a realidade dos estudantes.
A manifestação foi pacífica e reuniu alunos de diferentes cursos da Uniasselvi em Camaquã.







