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Segurança pública de Tapes monitora supostas listas e ameaças na internet

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A Polícia Civil e a Brigada Militar, instituições que integram a Segurança Pública no município de Tapes, divulgaram uma nota oficial direcionada à população. O comunicado trata das recentes mensagens e conteúdos que vêm circulando em redes sociais e aplicativos de mensagens na região, envolvendo supostas ameaças, listas de marcados para morrer e manifestações atribuídas a organizações criminosas.

De acordo com as forças de segurança, o trabalho de monitoramento, análise e investigação de dados que possam afetar a ordem pública e a tranquilidade dos cidadãos é feito de forma integrada e permanente.

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A nota destaca que todas as informações recebidas pelas autoridades são submetidas a critérios técnicos e investigativos para a devida apuração.

As autoridades reforçaram o compromisso de apurar eventuais condutas ilícitas — sejam elas ligadas a facções, intimidação coletiva, propagação de notícias falsas (fake news) ou ameaças diretas —, adotando as medidas legais cabíveis. Os responsáveis por possíveis infrações identificadas serão submetidos às sanções previstas na legislação brasileira.

Por fim, os órgãos de segurança pediram que os moradores de Tapes mantenham a calma e colaborem evitando o compartilhamento de conteúdos não verificados. A orientação é que a comunidade utilize exclusivamente os canais oficiais para comunicar informações relevantes às autoridades locais.

Disseminação de notícias falsas

A divulgação de informações falsas ou o compartilhamento irresponsável de ameaças fictícias pode acarretar sérias consequências legais no ordenamento jurídico brasileiro.

A conduta de provocar alarde ou divulgar notícias sem verificação que causem pânico ou perturbação da paz pública pode ser enquadrada em contravenções penais e crimes contra a honra ou a segurança, conforme os Artigos 138 a 140 e Artigo 286 do Código Penal (incitação ao crime), além de eventuais responsabilizações civis por danos causados à coletividade.

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Especialistas em segurança pública destacam que o repasse de áudios e listas não checadas em aplicativos de mensagens dificulta o trabalho das equipes de inteligência policial, criando um clima indevido de insegurança na comunidade.

A recomendação é sempre verificar a origem dos comunicados e priorizar os boletins oficiais emitidos pelas forças de segurança da Costa Doce.

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A equipe de reportagem do Sul360 segue acompanhando o trabalho das forças de segurança na região de Tapes e Camaquã. Se você possui informações, fotos ou sugestões de pauta, entre em contato diretamente com a redação pelo WhatsApp no telefone (51) 99766-9585.

Autor

  • Elias Bielaski

    Jornalista, web designer, consultor de SEO, analista de marketing.

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