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O governo do Rio Grande do Sul ampliou o sistema de monitoramento da qualidade do ar com a entrada em operação de novas estações integradas à Rede Ar do Sul. Desde sexta-feira (10), unidades instaladas em Porto Alegre e Caxias do Sul passaram a transmitir dados em tempo real, fortalecendo a cobertura e a transparência das informações ambientais no Estado.
A rede é administrada pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental e faz parte de um contrato firmado em 2024 para o monitoramento automático da qualidade do ar também no município de Santa Maria, pelo período de quatro anos. A iniciativa integra as estratégias do Proclima2050, coordenado pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura.
Estações definitivas e monitoramento de poluentes
Em Porto Alegre, o monitoramento, que antes era feito por uma estação temporária, passa agora a contar com uma estrutura definitiva instalada no Centro Estadual de Treinamento Esportivo (Cete). Já em Caxias do Sul, a estação está localizada na sede do 4º Batalhão de Choque da Brigada Militar.
As unidades realizam o monitoramento de poluentes como dióxido de enxofre (SO₂), material particulado (MP10 e MP2,5), ozônio (O₃), dióxido de nitrogênio (NO₂) e monóxido de carbono (CO). Os dados coletados já passaram a ser divulgados nos boletins oficiais a partir do dia 13 de abril.
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Expansão da rede e novas tecnologias
No município de Santa Maria, a estação já foi contratada e está em fase final de instalação, com previsão de início de operação nos próximos dias. Além disso, o Estado trabalha na contratação de uma estação móvel, que permitirá medições em diferentes regiões, ampliando a capacidade de diagnóstico e resposta a episódios de poluição.
Atualmente, a Rede Ar do Sul já conta com estações em cidades como Canoas, Esteio, Gravataí, Guaíba, Triunfo e Candiota, consolidando um sistema mais robusto de acompanhamento da qualidade do ar.
Avanço na gestão ambiental
De acordo com o governo estadual, a ampliação representa um avanço na gestão ambiental, permitindo maior precisão na coleta de dados e no planejamento de políticas públicas. A expectativa é de que o aumento da cobertura e o uso de tecnologias modernas contribuam para decisões mais eficazes na proteção do meio ambiente e da saúde da população.







