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O Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA) promoveu, nesta terça-feira (2 de junho), o seu 18º Seminário Técnico. Um dos destaques foi um case do Rancho King, de Camaquã, que foi um dos temas do Seminário Técnico da Fenarroz.
Integrado à programação oficial da 26ª FENARROZ (Feira Nacional do Arroz), o evento reuniu mais de 300 pessoas, entre produtores, especialistas e lideranças do setor orizícola.
O evento ocorreu no Espaço AgroTEC, em Cachoeira do Sul (RS), debatendo a gestão de lavouras.
Com foco no desenvolvimento tecnológico e sustentável da cadeia produtiva, a abertura do seminário abordou os resultados práticos no campo com a apresentação “Sistema Arroz RS 14: Case Rancho King, Camaquã/RS”.
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O painel, conduzido pelo especialista em orizicultura do IRGA, Marcelo Ferreira Ely, detalhou os indicadores de eficiência, o manejo aplicado e os tetos de produtividade alcançados pela propriedade, servindo de modelo para a região.
Na sequência, foi abordado um dos temas mais relevantes para o planejamento agrícola: “Perspectivas do El Niño para a safra 2026/2027”.
A palestra foi proferida por Jossana Ceolin Cera, consultora técnica do Irga que apresentou dados meteorológicos estratégicos para auxiliar os produtores na tomada de decisão e na mitigação de riscos.
Debate sobre plantas daninhas
No intervalo do meio-dia, a confraternização foi marcada pelo tradicional “Carreteiro e Feijoada do IRGA”, que serviu mais de 400 pessoas e reforçou a integração entre a equipe técnica da instituição, palestrantes e produtores.
No período da tarde, o foco direcionou-se para a proteção fitossanitária com a palestra “Manejo de plantas daninhas, com foco na resistência, em sistemas de cultivo em terras baixas”, ministrada pelo consultor técnico do IRGA, Carlos Mariot.
O especialista debateu as melhores práticas agrícolas, a rotação de princípios ativos e as estratégias integradas para combater a resistência de invasoras, um dos principais desafios econômicos atuais do setor.
De acordo com Mariot, o debate passou pela “evolução da resistência das plantas daninhas a herbicidas no cenário das terras baixas e pela importância do manejo fortalecendo o uso de pré-emergentes, tanto no arroz quanto nas culturas em rotação”.
O consultor também destacou a necessidade de atenção redobrada com o efeito residual e a deriva de herbicidas durante a transição das culturas.







