Compartilhe este conteúdo
A federação PSDB/Cidadania confirmou a candidatura do camaquense Marcelo Maranata (PSDB) ao governo do Rio Grande do Sul para as eleições de 2026. A oficialização ocorreu durante a convenção estadual do partido realizada nesta quinta-feira, 30 de julho, na sede da sigla em Porto Alegre.
Nascido em Camaquã em 1976, Maranata disputará o comando do Palácio Piratini pela primeira vez.
A convenção também definiu os demais nomes que comporão a chapa majoritária da federação na disputa estadual.
Para o cargo de vice-governador, foi escolhido Cláudio Diaz (PSDB). Já as duas candidaturas ao Senado Federal serão ocupadas por Milton Cardoso (PSDB) e Renato Jaguarão (Cidadania).
📲 Participe do nosso grupo no WhatsApp
A chapa concorrerá de forma pura, formada exclusivamente pelos dois partidos que integram a federação, sem a formação de coligações com outras legendas.
Conforme apurado pela reportagem do Sul360, a estratégia do grupo busca consolidar uma proposta própria frente ao cenário político gaúcho.
De Camaquã à liderança em Guaíba
A história do candidato reúne etapas de trabalho no comércio e no associativismo antes de sua consolidação na gestão pública. Em sua juventude, trabalhou como engraxate, entregador de jornal e motoboy.
Posteriormente, mudou-se para Guaíba, onde cursou Direito e ingressou no setor empresarial ao abrir uma filial da Livraria Maranata, nascida em Camaquã.
O crescimento do empreendimento o levou a ocupar cargos de liderança no setor lojista, exercendo a presidência do Sindilojas e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) do município.
Sua trajetória política ganhou projeção em 2020, quando foi eleito prefeito de Guaíba.
Em 2024, alcançou a reeleição com 78,18% dos votos válidos, resultado que o credenciou para a disputa do Executivo estadual.
Foco no eleitor indeciso e próximos passos
Em seu pronunciamento após a confirmação do nome, Maranata direcionou sua mensagem aos eleitores que ainda não escolheram seus representantes.
O candidato destacou o desejo de dialogar com a parcela de cerca de 35% da população gaúcha que busca novas opções e caminhos para o futuro do Estado.
“Eu agradeço a oportunidade de estar conversando com cada um desses quase 35% do povo gaúcho que ainda não sabem quem vai votar. Que está com a esperança de encontrar um caminho”, disse.







