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A Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul reforçou a vigilância contra o sarampo diante do risco de reintrodução do vírus no Estado. Embora não haja casos registrados atualmente, o aumento da circulação da doença no Brasil e em outros países exige atenção dos serviços de saúde.
Desde junho, o Brasil confirmou 21 casos relacionados à importação, com surto ativo em São Paulo. No Rio Grande do Sul, os últimos registros ocorreram em 2024 e 2025 e foram classificados como casos importados, sem transmissão para outras pessoas.
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Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de casos confirmados de sarampo no mundo aumentou 12% até julho deste ano, em comparação com o mesmo período de 2025. Nas Américas, já foram registrados mais de 47 mil casos em 17 países, com 44 mortes.
Vigilância e vacinação
O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) orienta os serviços públicos e privados a identificarem rapidamente casos suspeitos. Devem ser investigadas pessoas com febre e manchas vermelhas na pele acompanhadas de tosse, coriza, conjuntivite ou aumento dos gânglios linfáticos. Também merecem atenção pessoas que tenham viajado recentemente para locais com circulação do vírus.
Casos suspeitos devem ser notificados à vigilância municipal em até 24 horas. As medidas incluem investigação epidemiológica, isolamento e vacinação seletiva de contatos.
A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção. O Programa Nacional de Imunizações recomenda duas doses da tríplice viral para pessoas de 12 meses a 29 anos e uma dose para quem tem entre 30 e 59 anos e não possui comprovação de vacinação.
A orientação da Secretaria da Saúde é que a população confira a carteira de vacinação e procure uma unidade de saúde para atualizar o esquema, quando necessário.







