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Homem é condenado a 30 anos por estupro de enteada de 10 anos em São Lourenço do Sul

Homem é condenado após ameaçar companheira de morte em São Lourenço do Sul

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O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) obteve a condenação de um homem denunciado por estupro de vulnerável praticado contra a enteada. A vítima, uma menina, tinha 10 anos de idade à época dos fatos e residia em São Lourenço do Sul.

A sentença foi publicada no dia 8 de abril e fixou a pena em 30 anos de reclusão, em regime fechado.

De acordo com a denúncia do MPRS, os crimes ocorreram a partir de janeiro de 2023, no ambiente familiar, quando o réu se valia da condição de padrasto e da relação de confiança e autoridade para cometer os abusos.

Os atos aconteceram por diversas vezes, principalmente enquanto a criança dormia ou em momentos em que a mãe não estava em casa.

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Em algumas situações, os abusos ocorreram inclusive na presença da irmã da vítima, o que evidenciou ainda mais a gravidade da conduta.

Na decisão, a Justiça destacou a especial relevância da palavra da vítima em crimes dessa natureza, ressaltando que o relato foi firme, coerente e confirmado por outros elementos de prova.

Também foram reconhecidos como motivos de aumento de pena o grau de parentesco e a continuidade dos crimes, em razão da repetição dos abusos ao longo do tempo.

Para a promotora de Justiça Cristiana Müller Chatkin, que atuou no caso, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça à violência sexual contra crianças.

“A condenação reforça o compromisso do MPRS com a defesa dos direitos de crianças e adolescentes e mostra que a palavra da vítima, quando consistente e amparada por provas, tem plena força para a responsabilização penal do agressor”

Além da pena de prisão, a sentença também fixou indenização por danos morais à vítima, em razão dos graves prejuízos psicológicos causados pelos abusos praticados de forma repetida.


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Se você souber ou suspeitar de algum caso de violência que envolva criança ou adolescente, não se cale! A vida deles pode depender da sua denúncia.

Denunciar é rápido, sigiloso e salva vidas. Em caso de urgência ligue para o 190 (Brigada Militar). Em outros casos, procure o Conselho Tutelar, a Promotoria de Justiça ou Delegacia de Polícia mais próxima, ou ainda disque 100.
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Autor

  • Elias Bielaski

    Jornalista, web designer, consultor de SEO, analista de marketing.

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